litoral Mediterranico e Mar Negro com populações isoladas no Atlântico e em águas interiores.
Morfologia
Espécie de pequeno tamanho, com duas barbatanas dorsais bem separadas. O olho é muito grande ocupa a maior parte da cabeça. A boca superior, pendunculo caudal longo e estreito. Primeira barbatana dorsal com 5 a 9 raios. Com menos de 50 escamas na linha lateral.
Coloração
Corpo esbranquiçado, transparente quase translúcido. Faixa longitudinal prateada em cada flanco.
Nativa
Sim
Migrador anádromo
Não
Migrador catádromo
Não
Longevidade
2
Tamanho máximo (cm)
10 cm
Época de reprodução
Abril-Junho (Guadalquivir); Maio-Junho (Lagoa de Santo André)
(200, 244)
Nº médio de ovos por fêmea
até 3000
Habitat geral
Espécie que vive principalmente nos estuários e em mar aberto, no entanto ocorrem populações totalmente dulciaquícolas que preferem águas tranquilas.
(86)
Habitat de reprodução
Ovos aderem à vegetação, algas filamentosas; realizam a postura e respectivas zonas de alevinagem são em locais com vegetação imersa, abundância de zooplancton, fraca de corrente, baixa temperatura, salinidade e elevado oxigénio;
(474)
Alimentação
É uma espécie omnívora (que se alimenta de muitas presas diferentes) mas preferencialmente zooplâncton (isópodes, ostrácodes, anfípodes e copépodes). Em estuários come preferencialmente de decápodes, misidáceos, poliquetas, isópodes, anfípodes e larvas de peixe. Em barragens alimenta-se de zooplâncton e larvas de quironomídeos.
(166, 474)
Predação por espécies exóticas. Aumento da poluição nas zonas estuarinas. Construção de barragens em zonas onde existem populações em águas interiores.
Medidas mitigadoras
Corrigir adequadamente das infraestruturas hidráulicas e realizar controlo sobre espécies exóticas. Regulamentação da pesca.