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Carta Piscícola Nacional

Chondrostoma duriensis

Nome científico
(valido)

(outros)
Chondrostoma duriensis   

Chondrostoma polylepis (Bacia Douro)
Chondrostoma polylepis duriensis
Família Cyprinidae
Autor, data Coelho, 1985
Nomes comums Boga
Distribuição Global Endémica Ibérico, Douro, Lima; Região nordoeste da Peninsula Ibérica, entre o rio Eo e o Douro.          (138, 96, 202)
Morfologia Espécie de tamanho médio, com corpo alongado e esguio. A barbatana dorsal é pequena com perfil concavo. A barbatana anal tem 8 raios ramificados e perfil concavo. A boca é inferior sendo a sua abertura rectilínea, o lábio inferior grosso com lâmina córnea desenvolvida. Barbatana caudal pronunciadamente forqueada.          (340, 138, 335)
Coloração Corpo pigmentado com pequenas manchas negras e muito evidentes
Nativa Sim
Migrador anádromo Não
Migrador catádromo Não
Longevidade 6       (96, 575)
Tamanho máximo (cm) 33.9 CT
Época de reprodução Abril e Junho
Habitat geral A boga vive nos troços médios dos rios nas zonas com corrente mas também prolifera nas águas das barragens. Esta espécie ocorre em habitats de maiores profundidades, maiores velocidades de corrente excepto no Verão,onde ocorre em zonas de menores profundidade e com pouca corrente. Os juvenis preferem zonas com substrato fino (areia e vasa) e baixas velocidades de corrente enquanto que o adultos ocorrem em zonas mais profundas e sem abrigo.       (32, 199)
Habitat de reprodução Peixe gregário especialmente na migração pré-reprodutora para montante
Alimentação Pouco se sabe da alimentação desta espécie mas alguns autores afirmam que se alimenta de algas, vegetação, invertebrados e detritos.    (444)
Curiosidades Durante a reprodução, os machos desenvolvem numerosos tuberculos nupciais muito pequenos por todos o corpo. Esta espécie é conhecida por ter comportamentos agressivos.    (203)
Tamanho mínimo de captura 10
Período de pesca 1 de Junho a 14 de Março
LV 2005 Sem estatuto de conservação definido
LV ES NT
CITES sem
IUCN sem
Berna III
Directiva Habitats II
Factores de ameaça Perda de habitat devido à construção de infraestruturas hidráulicas. Aumento da poluição industrial, urbana e agrícola. Introdução de espécies exóticas e piscívoras. Destruiçao habitat devido à extracção de inertes e de água. A extracção de inertes leva à destruição das zonas de habitat quer pela colmatação quer pela destruição fisica destas zonas. Inexistência de passagens adequadas para peixes nas barragens.    (248)
Medidas mitigadoras Controlo e tratamento de efluentes. Corrigir os impactos derivados das obras hidráulicas, nomeadamente pela construção de passagem para peixes. Não dar concessões de rega quando o nível da água nos rios é muito baixo. Aumentar o controlo sobre as espécies exóticas.    (248)
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Referências principais
Doadrio, I.
(2001)
Atlas y Libro Rojo de los Peces Continentales de España [Mais info]



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