Originalmente tem uma distribuição circum-polar. Ocupando o Norte da América, Eurásia desde a França até à Sibéria pelo Este e pelo Sul até ao Norte de Itália.
(200)
Morfologia
O lúcio pode atingir grandes dimensões, apresenta um corpo alongado, com focinho comprido e achatado. A boca é grande. A barbatana dorsal é oposta à anal e muito posterior.
(200, 64)
Coloração
Cor verde ou esverdeada com manchas amarelas.
(200)
O lúcio vive em zonas remansas com correntes baixas e vegetação abundante. Ocorre nas zonas litorais das barragens e em zonas muito profundas dos rios.
(32, 591)
Habitat de reprodução
Reprodução ocorrem em zonas pouco profundas com abundante vegetação em que a fêmea é seguida pelos machos;
Alimentação
O lúcio é uma espécie carnivora predadora que muda progressivamente de invertebrados para vertebrados de acordo com o seu tamanho. Os indivíduos menores que 20cm ingerem principalmente efemerópteros, gambusias, larvas de dipteros, odonatas, isópodes, anfipodes, cladóceros, coleópteros, plecópteros e verdemãs. Os peixes maiores que 20cm comem sobretudo peixes, nomeadamente gambusias, bogas, achigã, escalos, barbos e carpas, ocasionalmente também se alimentam de lagostim-se-água-doce e anfibios.
(32, 548, 78, 430, 492, 146, 383)
Curiosidades
Territorial e solitário. Introdução em 1951 no Rio Tejo (Espanha) passando posteriormente para Portugal (década de 60 presente no Guadiana). Infelizmente, o lúcio continua a ser ilegalmente introduzido nos rios do norte de Portugal.
(548, 78, 146)
Interesse comercial e Usos
Elevado interesse na pesca, custando 5 euros por kilo no rio Guadiana.
(605)
Tamanho mínimo de captura
0
Período de pesca
Todo o ano
LV 2005
Sem estatuto de conservação definido
LV ES
NT
CITES
sem
IUCN
sem
Berna
sem
Directiva Habitats
sem
Medidas mitigadoras
É um grave problema para as espécies autóctones em barragens e nos grandes rios. Causa um impacte negativo sobre as espécies na panjorca e na boga-de-boca-recta.
(200)