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Carta Piscícola Nacional

Gasterosteus aculeatus aculeatus

Nome científico
(valido)

(outros)
Gasterosteus aculeatus aculeatus   

Gasterosteus gymnurus
Família Gasterosteidae
Autor, data Cuvier, 1829
Nomes comums Esgana-gata, Peixe-espinho
Distribuição Global Atlântico desde o Sul da França até ao Estreito de Gibraltar e no Mediterranico.    (200)
Morfologia Peixe de pequenas dimensões, com corpo alongado, fusiforme e sem escamas. O pedúnculo caudal é muito estreito apresenta a boca superior. O esgana-gata tem três a dez espinhos dorsais livres situados à frente da barbatana dorsal. Os ossos pélvicos estão completamente soldados na linha média formando um escudo.       (200, 548)
Coloração Na época da reprodução os machos paresentam uma coloração avermelhada no ventre e no dorso apresentam reflexos azuis, esverdeados e prateados.    (200)
Nativa Sim
Migrador anádromo Não
Migrador catádromo Não
Longevidade
Tamanho máximo (cm) 6.5 CT    (284)
Época de reprodução Abril-Maio
Nº médio de ovos por fêmea 50-100
Habitat geral Esta espécie vive em águas doces dos lagos e troços baixos dos rios, sempre que as águas sejam tranquilas e ricas em vegetação. Pode ocorrer em águas salobras e no litoral marinho. O esgana-gata pode surge em zonas de corrente fraca. É frequentemente em arrozais. A pluviosidade parece estar associada positivamente com a abundância desta espécie.          (548, 141, 142)
Habitat de reprodução Temperatura de reprodução 14 a 16ºC
Alimentação O esgana-gata alimenta-se de pequenos invertebrados, consumindo ocasionalmente vegetais.    (200)
Curiosidades Os machos constroem um ninho e estimulam uma ou mais fêmeas através de "dança em ziguezague", guardando os ovos posteriormente. Existe um acentuado dimorfismo sexual.    (548)
Tamanho mínimo de captura 0
Período de pesca Todo o ano
LV 2005 Em perigo    (653)
LV ES EN
CITES sem
IUCN sem
Berna sem
Directiva Habitats sem
Justificação de regulamentação informação insuficiente    (79)
Factores de ameaça Introdução de espécies exóticas, lagostim de água doce, que destroi as plantas fanerogamicas. A construção de infraestruturas hidráulicas tem levado à redução do habitat. Aumento da poluição e extracção de água.       (200, 79)
Medidas mitigadoras Reduzir a poluição através do controlo e tratamento de efluentes. Corrigir os impactos derivados das obras hidráulicas. Não dar concessões de rega quando o nivel das águas fõr muito baixo. Aumentar o controlo das espécies exóticas. Reduzir os impactos de extracção de inertes. Proteger as zonas húmidas e ribeirinhas.       (200, 79)
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Referências principais
Doadrio, I.
(2001)
Atlas y Libro Rojo de los Peces Continentales de España [Mais info]



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