Atlântico desde o Sul da França até ao Estreito de Gibraltar e no Mediterranico.
(200)
Morfologia
Peixe de pequenas dimensões, com corpo alongado, fusiforme e sem escamas. O pedúnculo caudal é muito estreito apresenta a boca superior. O esgana-gata tem três a dez espinhos dorsais livres situados à frente da barbatana dorsal. Os ossos pélvicos estão completamente soldados na linha média formando um escudo.
(200, 548)
Coloração
Na época da reprodução os machos paresentam uma coloração avermelhada no ventre e no dorso apresentam reflexos azuis, esverdeados e prateados.
(200)
Esta espécie vive em águas doces dos lagos e troços baixos dos rios, sempre que as águas sejam tranquilas e ricas em vegetação. Pode ocorrer em águas salobras e no litoral marinho. O esgana-gata pode surge em zonas de corrente fraca. É frequentemente em arrozais. A pluviosidade parece estar associada positivamente com a abundância desta espécie.
(548, 141, 142)
Habitat de reprodução
Temperatura de reprodução 14 a 16ºC
Alimentação
O esgana-gata alimenta-se de pequenos invertebrados, consumindo ocasionalmente vegetais.
(200)
Curiosidades
Os machos constroem um ninho e estimulam uma ou mais fêmeas através de "dança em ziguezague", guardando os ovos posteriormente. Existe um acentuado dimorfismo sexual.
(548)
Introdução de espécies exóticas, lagostim de água doce, que destroi as plantas fanerogamicas. A construção de infraestruturas hidráulicas tem levado à redução do habitat. Aumento da poluição e extracção de água.
(200, 79)
Medidas mitigadoras
Reduzir a poluição através do controlo e tratamento de efluentes. Corrigir os impactos derivados das obras hidráulicas. Não dar concessões de rega quando o nivel das águas fõr muito baixo. Aumentar o controlo das espécies exóticas. Reduzir os impactos de extracção de inertes. Proteger as zonas húmidas e ribeirinhas.
(200, 79)