Ocorre na costa este dos Estados Unidos; Todos os continentes; Na Peninsula Ibérica ocorre em práticamente todas as bacias
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Morfologia
Espécie de reduzidas dimensões, com barbatana caudal homocerca e abertura bocal dorsal com a maxila inferior proeminente. Os machos apresentam na barbatana anal com o 3º e 5º raios transformados em orgão copulador. Corpo é acentuadamente mais estreito para trás da barbatana anal. As fêmeas geralmente são de maiores tamanhos que os machos e com o ventre mais dilatado.
(200)
Abril/Maio-Setembro/Outubro; Abril a Setembro (Guadalquivir); Sado: Abril a Setembro (postura); Sudoeste Espanha: Maio a Setembro;
(40, 59, 384, 121, 584, 120)
A gambusia vive em troços de águas lentas e temperadas, com abundante vegetação e abaixo dos mil metros. Suporta águas muito contaminadas, elevadas temperaturas e baixos valores de oxigénio.
(244, 44)
Alimentação
Esta espécie consome pequenos animais aquáticos (zooplâncton) nomeadamente, copépodes, cladóceros, ostrácodes e rotíferos, afídeos, colêmboles, isópodes, anfípodes e adultos de dípteros. A gambusia alimenta-se também de hemípteros, himénopteros e aracnídeos.
(59, 336, 5, 625)
Curiosidades
São ovoviviparos sexualmente muito precoces e fecundos. Espécie introduzida nos cinco continentes com fins ornamentais e para controlar indirectamente algumas doenças transmitidas por mosquitos. No entanto o efeito controlador sobre os mosquitos parece ser reduzido. Podem atingir densidades elevadas mais de 11000 por hectare. Foi introduzido em Espanha em 1921 e em 1931 detectado no rio Sorraia, Tejo.
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Tamanho mínimo de captura
0
Período de pesca
Todo o ano
LV 2005
Sem estatuto de conservação definido
LV ES
sem
CITES
sem
IUCN
sem
Berna
sem
Medidas mitigadoras
Tem um efeito negativo sobre espécies nativas que ocupam o mesmo habitat
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