Noroeste da América do Norte, no entanto foi introduzida na Europa, África e América.
Morfologia
Peixe de pequeno tamanho que não ultrapassa os 25 cm, corpo alto com cor muito vistosa. A barbatana dorsal tem uma ligeira depressão, sem constituída por uma primeira parte de raios ossificados e uma segunda com raios ramificados. O maxilar não alcança o bordo posterior do olho.
Coloração
Bandas azuladas que irradiam da cabeça até aos flancos. Mancha negra e vermelha na parte posterior do opérculo. Ventre amarelado.
A perca-sol ocorre nas zonas lênticas nomeadamente lagoas e troços de rios com escassa profundidade de corrente lenta e densa vegetação. Esta espécie suporta a falta de oxigénio e altas temperaturas.
(32, 110, 52, 347, 21, 44, 71)
Habitat de reprodução
Ninhos em fundos de areia e gravilha; Os machos vigiam a postura e os alevins. Constroem um ninho que consite numa depressão escavada no fundo pelo macho; Nos rios os machos nidificam junto a vegetação de macrófitas aquáticas submersas, enquanto nas barragens são em zonas descobertas menos profundas com declive suave, com areia e cascalho fino e médio.
(347)
Alimentação
A perca-sol alimenta-se de insectos (espécie insectívora). Consome preferencialmente larvas de quironomídeos, hemípteros, tricópteros, efemerópteros, odonatos, corixídeos, copépodes, ostrácodes, ovos de peixe e material vegetal. Os indivíduos de maiores dimensões alimentam-se de Atyaephyra desmaresti e caracóis, enquanto os indivíduos de menores tamanhos consomem microcrustáceos, especialmente cladóceros.
(347, 21, 390, 206, 625, 71)
Curiosidades
Espécie introduzida na Europa nos últimos 25 anos do século XIX para aquariofilia. Em alguns países é considerada uma praga provocando reduções nas populações das espécies nativas. Foi detectada em pela primeira vez em Portugal em 1970 no Guadiana, Tejo e Sado. Os jovens do ano das primeiras posturas já se encontram maturos em Agosto/Outubro. Os machos nidificam em colónias. A forma do corpo destes peixes varia de acordo com o habitat e a dieta que utilizam: os que usam a zona mais próxima das margens têm um corpo mais alto do que os que vivem mais longe das margens.
(139, 687, 347)
Tamanho mínimo de captura
0
Período de pesca
Todo o ano
LV 2005
Sem estatuto de conservação definido
LV ES
NT
CITES
sem
IUCN
sem
Berna
sem
Medidas mitigadoras
Esta espécie constitui um dos mais sérios problemas para a conservação dos peixes nativos. Controle dos efectivos em albufeiras.
(200)