Endémica da Peninsula Ibérica, Bacia do Mira.
(465, 248, 14)
Morfologia
Espécie de pequeno tamanho com corpo alongado, com cabeça comprida e pontiaguada.. A boca é subterminal. Os perfis da barbatanas dorsal e anal são convexos, com 8 raios ramificados na dorsal e 7 na barbatana anal. A barbatana dorsal situa-se à frente das barbatanas pélvicas. O número de escamas da linha lateral entre 36-41.
(465, 14)
O escalo-do-Torgal surgem maior incidência em zonas de corrente (sobretudo os indivíduos maiores). Os juvenis ocorrem mais frequentemente em pêgos. A pluviosidade parece estar associada negativamente com a abundância desta espécie.
(141, 142)
Tamanho mínimo de captura
10
Período de pesca
Todo o ano
LV 2005
Criticamente em perigo
LV ES
sem
CITES
sem
IUCN
sem
Berna
sem
Factores de ameaça
Pressões climáticas durante a época estival associadas às pressões humanas devidas aos interesses turisticos ameaçam esta espécie. Vários tipos de poluição. A extracção de inertes destrói as zonas de postura. Inexistência de passagens para peixes adequadas e introdução de exóticas são causas do declinio da espécie.
(248, 116)